quarta-feira, 8 de junho de 2011

O ensino direcionado sem chance para a reflexão


Caro amigo leitor estes dias esteve muito atarefado com inúmeras atividades escolares e trabalhistas. Peço-lhe desculpas por ter deixado que fatores pessoais citados, tenham me arrancado o tempo de forma a não poder compartilhar com você novos pensamentos. Mas, mesmo diante da correria não posso deixar passar este momento que tanto tenho observado em meu dia-a-dia nas escolas e outros lugares educacionais que frequento.

As olimpíadas brasileira de matemática se aproximam e teoricamente é um belíssimo evento para as escolas e uma ótima oportunidade para nossos alunos refletirem sobre seus conhecimentos em tal disciplina. É muito comum vermos neste período escolas trabalharem está disciplina de forma prioritária, alunos e professores são “obrigados” pelo sistema gestor a enfrentar uma correria, a fim de preparar o aluno para fazer um prova que o colocará em destaque caso tire uma boa nota. Coloco aqui alguns questionamentos que tanto me perturbam:

Por que dar tanta prioridade a está disciplina? Ate onde eu sei, ela já é trabalhada seis haras semanais. Enquanto filosofia, por exemplo, é trabalhada uma hora semanal. Será que aprender a resolver equações é mais importante que aprender a refletir? Por que às seis horas semanais já trabalhas na escola não são suficientes? Qual o real objetivo de tamanha prioridade nesta disciplina? Para não colocar minha visão como a verdade (quem sou eu) prefiro deixar que o leito faça a reflexão, ação essa que considero primogênita para o processo educacional.

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